Porque discutimos

[Na Prática] [Na Ciência]

Nesta curta conversa, Esther Perel aborda o tema das discussões num casal, de uma forma simples, honesta e muito construtiva.

É bom discutir? É obrigatório, diz Esher! 😀

Ao longo destes 16 minutos, terão oportunidade de colocar em perspectiva e mudar a crença de que “discutir é mau”.

Tipicamente, as relações seguem um ciclo de harmonia, desarmonia e recuperação.  A questão, na verdade, não está na discussão. Está na recuperação da discussão. 🙂

Por exemplo, quando as pessoas discutem repetidamente sobre os mesmos temas – por exemplo sobre deixar a toalha no chão, quem faz o quê, se o outro chega atrasado ou não, etc, na maior parte das vezes estão a discutir sobre um destes grandes temas:
1. poder e controlo; 2. proximidade e cuidado; 3. respeito e reconhecimento.

Percebemos também que há dois tipos de pessoas nas discussões: as que maximizam (explodem, dizendo tudo) e as que minimizam (implodem, vão acumulando para si até explodir – geralmente já fora de tempo :D). Independentemente do estilo que cada um assume, o que acaba por acontecer nas discussões é que tendemos a estimular no outro o extremo de que mais se aproxima – e todos nós já teremos tido oportunidade de experienciar ou assistir a algo do género, certo? 😉

Esta é uma conversa verdadeiramente rica sobre este tema. Deste lado, ajuda-nos, uma vez mais, a relativizar o que, tipicamente, vem com um amargo de boca – uma discussão. ❤

Sugerimos que a vejam / ouçam de uma ponta à outra e que aproveitem para descobrir como discutir melhor. É importante começarmos por perceber que duas pessoas podem olhar de forma muito diferente para a mesma situação e que nem sempre aquilo que nós sentimos corresponde à verdade no comportamento do outro – tratar-se-á muito mais provavelmente de uma projecção nossa, em muitas das vezes.

Resumindo e correndo o risco de sermos um pouco redutoras, um dos passos mais importantes quando a discussão rebenta é passarmos da reação para a reflexão. Disponíveis para isso? 🙂 ❤

Amor em Teoria

Créditos da foto: Nik Shuliahin

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