[Na Prática]
Hoje, para dar resposta a um pedido específico, levantamos o tema da liberdade nas relações, de forma livre e breve. 🙂 Liberdade de sermos quem somos e de estimularmos essa liberdade no outro também.
Quando pensamos no que se traduz esta liberdade, vamos a coisas muito simples:
. à forma como expressamos o que sentimos, sem receio do que a outra parte vai achar;
. à forma como fazemos o que fazemos, sem medida e constrangimentos para o que se faz;
. à forma como rimos de nós próprios e do outro, sabendo que essa gargalhada é conjunta;
. à forma como encaramos as coisas aparentemente difíceis, juntos;
. à forma como dizemos que não, quando o queremos fazer, sem filtro ou medo de magoar;
. à forma como dizemos que sim, sem medo de arriscar;
. à forma como erramos sem medo de perder, com pura consciência de aprender;
. à forma como percebemos os “defeitos” de cada parte e existe respeito, aceitação e ajuste aos mesmos;
. à forma como cada um faz a sua vida e traz consigo histórias que se vibram a dois;
. à forma como se constroem histórias a dois também.
Sem medos e sem filtros. 🙂
Tenho em mim que esta liberdade de sermos quem somos, em qualquer relação que tenhamos, nos aproxima ainda mais de quem nos liberta.
Vês esta liberdade nas tuas relações? Identificas-te com ela? Gostavas de a ter mais presente? Se sim, o que tens feito para o fazer? 🙂
[MJL]