No trilho do “Efeito Lua de Mel”

efeito lua melEstamos de volta! Esperamos que tenhas aproveitado bem as festas e que estejas a fazer deste início de ano algo de… profundamente amoroso! 😉

O “Efeito lua de mel” é aquele estágio fantástico que passamos quando estamos apaixonados. Quando a vida sorri, só porque a pessoa por quem estamos apaixonados existe. É tão bom, não é?

Este é também o nome de um livro de Bruce Lipton, do qual comecei a falar no último artigo. Segundo Lipton, é possível manter o “efeito lua de mel”. Até mesmo potenciar e “fabricar” este “sentimento”!
Terminámos o artigo com a ideia que, se todos somos energia, naturalmente o nosso grau de influência no outro e no nosso próprio sistema deverá ser imenso… como tal, será importante para qualquer relacionamento ter noção disto. Estarmos atentos às consequências que as nossas atitudes e pensamentos têm no outro (mesmo quando não parece, a nível de energia, estão a acontecer). Em suma: somos ainda mais poderosos do que pensamos (para o bem e para o mal).

Uma das primeiras coisas que Bruce nos aconselha, é: “Para criar o efeito Lua de mel na sua vida, vai precisar de aproveitar um dom inato e maravilhoso que todos temos: a capacidade de sentir boas e más vibrações.” Claro que esta capacidade está intimamente ligada com a intuição. E o autor aconselha privilegiarmos, acreditarmos mais na nossa intuição do que nas palavras do outro, por exemplo!

Investigador como é, Lipton passa um capítulo intensivamente a explicar como é que o mundo físico afinal não existe (é ilusório), e que o que existe é energia imaterial. Que tudo, mesmo tudo, é e irradia energia. Isto explica o motivo de chegarmos por exemplo a uma casa, e sentirmos boa ou má energia, conforto ou desconforto. Além de poderes ler a explicação no livro, há um filme interessantíssimo que vai de encontro a este assunto, chamado “What the bleep do we know?”, podes ver aqui.

Acrescenta o exemplo de quando estamos no mesmo espaço com um parceiro, em harmonia, amplia-nos a energia. Se acontece o contrário, suga-nos a energia – penso que já todos nós sentimos estas sensações, em diferentes tipos de relacionamentos!

Bruce Lipton explica também (e porque tudo é energia), como os nossos pensamentos atraem experiências. Esta ideia está relacionada com o facto de o próprio cérebro criar boas e más vibrações através do pensamento. Talvez por isto mesmo, alerte para a necessidade de entendermos o que realmente queremos para nossa vida…. ❤

Para hoje, ficam as seguintes reflexões:
* Quando tens um sentimento menos positivo ou muito positivo em relação a alguém (o 1º “feeling”), tens tendência a mais tarde confirmar esse sentimento? Costumas seguir a tua intuição, nestes casos? (ex: afastas-te se tens mau “feeling”, aproximas-te se tens um bom?)
* Acreditas que os pensamentos atraem experiências?
* No que acreditas, em relação ao amor em geral, aos relacionamentos, a ti própri@ e em relação à pessoa que amas?

*Que tipo de pensamentos encontras? Mais positivos, mais limitadores…? Achas que consegues de alguma forma relacionar as tuas experiências com os pensamentos que tens?

* ex: Completa as frases:
O amor é…
A vida é….
O meu relacionamento é…
Se não estás satisfeito/a com estas “definições”, o que queres passar a sentir e pensar… para depois viver?

Para além dos pensamentos atraírem experiências, há outras variáveis no caminho do “Efeito Lua de Mel”! No próximo artigo vamos desbravar mais um pouco destas ideias… Com certeza tudo ficará mais claro, nomeadamente os motivos de acontecer aquilo que nos acontece… ou neste caso, que atraímos!
Fica atent@, e até breve, com muito bons e amorosos pensamentos… para melhores experiências! 😉
[BC]

Imagem: Elatrip

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