[Nas Artes]
“(…) o abraço, faz agora aparecer duas personagens, de costas para o espectador, que se abraçam num esforço de aproximação dos corpos, que se contorcem porque têm de se confinar ao espaço exíguo de um banco. Tudo se torna espaço, tensão do corpo, em que este deixa de ter identidade para se concentrar antes na dimensão física do seu esforço sem motivo, sem razão de ser, cumprindo um destino absurdo. (…)”
Exposição “Helena Almeida: A minha obra é o meu corpo, o meu corpo é a minha obra”, em Serralves.

O Abraço,
2006 fotografia p/b
Colecção Helva de Alvear, Madrid

Sem título, 2010
Fotografia a p/b
Collection Laurent Fiévet




