[Na Prática]
Há dias em que não surgem palavras sobre o amor. Em que o desejo de simplicidade é tão grande, que só isto faz sentido, simplicidade no sentido lato, o mais expansivo que pode haver.
Há alturas em que a simplicidade, na vida, no amor, implica deixar de pensar, deixar de sentir, deixar de pensar no que se sente, deixar de querer, deixar de pensar no que se sente que se quer… deixar ir tudo. Relaxar no momento e em nós própri@s.
Às vezes parece mesmo que deixar ir é a única coisa que se pode fazer. E nem sequer é preciso “fazer” nada… 🙂
Deixar ir padrões, julgamentos, dúvidas, sentimentos, emoções, sonhos, pode ser mesmo uma bênção.
Deixar ir… como?
Respirando fundo rendendo-te à simplicidade de existir, só. Deixando ir os pensamentos. Podemos fazer isso com a ajuda de música. Ou do silêncio. O que funcionar melhor. Encontrar momentos durante o dia para isto mesmo… retornar à simplicidade, ao nosso centro.
Esta técnica, por exemplo, resulta… ajuda-nos nestas alturas e em muitas outras:
Esta técnica, por exemplo, resulta… ajuda-nos nestas alturas e em muitas outras:
Hoje é isso que andamos por aqui a fazer. A deixar ir.
Porque podemos querer simplicidade… e só funciona se a fizermos.
No final, é como retornar a casa. No final, esta atitude deixa-nos profundamente amorosos, mais relaxad@s… mais viv@s no presente. Acredita. 🙂
[BC]



